Como é boa a vida no interior, onde crianças brincam na rua e fazem a imaginação flutuar.
Dia desses, chegando em casa observei as crianças brincando. corriam, gritavam e jogavam sua bola tão tranquilamente que num instante voltei a minha infância vivida até os dez anos no interior.Também brincávamos na rua, empinando pipa, andando de bicicleta e carrinho de rolimã. No quintal de casa, mamãe mandou construir uma piscina onde muitas vezes fui socorrida por ela, pois como caçula de quatro homens, sempre levava a pior quando me metia nas brincadeiras deles. Queria acompanhá-los, mas era muito difícil, pois eu era menina e eles eram bem moleques.
Havia um porão, com muitas coisas guardadas e como eram muito criativos, as vezes, faziam apresentações de teatro, puro improviso, com roupas e acessórios. A criançada se divertia bastante e era muito engraçado ver meu irmão imitar vários personagens, mas a melhor era a Hebe Camargo, ele se superava, não sei porque não seguiu carreira artística.
Quando iam jogar basquete, gostavam de ouvir Beatles na sonata que tínhamos e quando não me deixavam participar, me vingava trocando o disco da vitrola. Colocava para tocar um disco da Ângela Maria para chateá-los. Sempre dava certo porque eles detestavam, é claro que preferiam os Beatles, e assim eu ia me infiltrando nas molecagens.
Essas histórias de criança, marcam e ficam na memória como contos de fadas, onde tudo é fantasia e o céu é o limite.
quinta-feira, 29 de março de 2012
quarta-feira, 28 de março de 2012
Origem
Caçula de quatro irmãos, fui muito querida e desejada por meus pais.
Mamãe, uma mulher elegante, de fino trato, filha de médico, estudou em colégio de freiras e assim se tornou muito prendada. Gostava de músicas clássicas, dos gênios da pintura, de costurar, pintar e de estar sempre arrumada, vaidosa por natureza. Por ser assim não descuidava de seus rebentos.
Morou por um tempo com umas tias no Rio de Janeiro e ao voltar para o convívio familiar em Serra Negra(SP), conheceu meu pai. Moço, bonito, forte e muito elegante. Era de família humilde. Nasceu em um sítio da família, cercado de muito amor, carinho e atenção dos avós e tios, era filho único e ali,cresceu. De princípios e valores bem definidos foi trabalhar em Serra Negra onde conheceu mamãe.
Despertou-se assim o interesse mútuo, começaram a namorar e se casaram depois de um tempo.
O tempo passou, tiveram cinco filhos e apesar de tantas diferenças, conseguiram educar e formar pessoas de caráter e valor.
Mamãe, uma mulher elegante, de fino trato, filha de médico, estudou em colégio de freiras e assim se tornou muito prendada. Gostava de músicas clássicas, dos gênios da pintura, de costurar, pintar e de estar sempre arrumada, vaidosa por natureza. Por ser assim não descuidava de seus rebentos.
Morou por um tempo com umas tias no Rio de Janeiro e ao voltar para o convívio familiar em Serra Negra(SP), conheceu meu pai. Moço, bonito, forte e muito elegante. Era de família humilde. Nasceu em um sítio da família, cercado de muito amor, carinho e atenção dos avós e tios, era filho único e ali,cresceu. De princípios e valores bem definidos foi trabalhar em Serra Negra onde conheceu mamãe.
Despertou-se assim o interesse mútuo, começaram a namorar e se casaram depois de um tempo.
O tempo passou, tiveram cinco filhos e apesar de tantas diferenças, conseguiram educar e formar pessoas de caráter e valor.
terça-feira, 27 de março de 2012
O início
Acabei de criar meu blog e confesso que nem sei por onde começar.
Se vou começar,deveria ser pelo começo da minha vida, mas vou começar pelo começo da história.
Era dezembro de 2005 e eu e alguma amigas estávamos reunidas em uma pizzaria para comemorar o aniversário de uma delas, quando depois de relaxarmos um pouco, algumas cervejas e boas risadas, surgiu a ideia de uma delas: -Você devia escrever um livro.Suas histórias são ótimas e a maneira que você coloca é muito legal. Não precisa ser um livro com começo meio e fim, apenas coloque no papel as histórias e depois vá juntando.
Levei quase um mês para tomar a decisão, na verdade faz bem mais tempo, pois não foi a primeira pessoa
que me disse isso. Fiquei pensando e resolvi tentar para ver se acontecia alguma coisa, afinal, todos temos histórias para contar. Algumas alegres, outras nem tanto. O que muda é só o modo de interpretar.
Se vou começar,deveria ser pelo começo da minha vida, mas vou começar pelo começo da história.
Era dezembro de 2005 e eu e alguma amigas estávamos reunidas em uma pizzaria para comemorar o aniversário de uma delas, quando depois de relaxarmos um pouco, algumas cervejas e boas risadas, surgiu a ideia de uma delas: -Você devia escrever um livro.Suas histórias são ótimas e a maneira que você coloca é muito legal. Não precisa ser um livro com começo meio e fim, apenas coloque no papel as histórias e depois vá juntando.
Levei quase um mês para tomar a decisão, na verdade faz bem mais tempo, pois não foi a primeira pessoa
que me disse isso. Fiquei pensando e resolvi tentar para ver se acontecia alguma coisa, afinal, todos temos histórias para contar. Algumas alegres, outras nem tanto. O que muda é só o modo de interpretar.
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